Aracruz – Part Two

Aracruz, 24 de abril de 2011

Estou esperando o pessoal se arrumar para irmos para casa, sinto saudades de Belo Horizonte, apesar de ter-me apaixonado por Vitória. Não conhecia a cidade e, pelo menos a parte próxima ao litoral, é linda, bem urbanizada, limpa, prédios modernos, praia agradável. A cidade estava vazia, feriadão, acredito que todos tenham viajado pro interior ou outras praias próximas. Os nossos últimos dias no Espírito Santo foram muito cansativos, não paramos um minuto, entre piscina, praia, corrida, passeios turísticos. Quero pegar a estrada logo, estou doido para continuar lendo e dormir um pouco.

O dia está lindo, faz sol, não muito quente, está ventando e adoro ficar olhando os galhos dos flamboyants balançando de leve. É minha árvore predileta, junto com o ipê. Eu olhando as árvores e a Izabelle no meu colo encantada com uma arara azul enorme desenhada na lateral de um ônibus. Queria leva-la para assistir Rio, mas ele á pequena demais, acho que ficaria entediada dentro do cinema. Queria ficar aqui mais um dia, hoje de manhã descobri uma linda praia deserta há 3 quilômetros daqui, lá só havia uma família de locais, o que me encantou. Eram três crianças pequenas e a mãe, todos brincando na areia, com seu cachorrinho de raça indeterminada. As crianças cavavam com a ajuda da cachorrinha, preta, super ágil. De repente uma onda mais perversa chegou até o buraco, todos, inclusive a cadelinha, olharam para a água tomando o lugar com cara de decepção, que durou apenas alguns segundos, quando eles todos resolveram então correr pra dentro d’água.

Não foi uma boa ideia ter visto Donnie Darko a duas noites, sozinho no apartamento, um prédio no meio do mato no meio do nada. Fiquei tenso, mas não consegui parar de assistir. Gostei, mas levei uns bons sustos. Devia ter assistido a um episódio de Glee, aposto que não teria tido os pesadelos que tive. LOL.

Chegaram. Finalmente. Meu pai e o pai da Izabelle, Joãozinho, são sempre os que demoram mais a se preparar. Demoram pra tudo, até na hora das refeições, eles levam sempre meia hora a mais que a média. Hoje é Páscoa, todos aqui cheios de ovos de chocolate, só eu ganhei três, dos grandes! Izabelle acha lindas as embalagens, tudo que ela pode admiram pois tão cedo sua mãe não vai permitir que ela coma o que vem em seu interior. Poor thing.

Quatorze horas de chão pela frente… BH aí vou eu.

Feliz Páscoa!

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